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EXCLUSIVO • 05/02/2024

Preso por crime hediondo em Assis foge da cadeia em Presidente Venceslau

O foragido é acusado do homicídio de Andréia Aparecida Dutra, no Bairro Assis III.

Preso por crime hediondo em Assis foge da cadeia em Presidente Venceslau

Na noite de domingo, 4 de fevereiro, o indiciado e preso pelo homicídio brutal de uma mulher de 41 anos, conseguiu fugir da cadeia de Presidente Venceslau, SP. O crime, que chocou a comunidade de Assis, teve como vítima Andréia Aparecida Dutra, estuprada, espancada e asfixiada até a morte, na véspera de Natal. O corpo foi jogado  em um córrego próximo à quadra de esportes do Bairro Assis III.

O detento fugiu da prisão, no período noturno, após romper o ferrolho de uma cela e descer por uma "teresa" (corda feita de lençóis), conforme relatou à nossa reportagem o delegado, José Gonçalves Junior, responsável pelo inquérito e prisão.

O delegado revelou que o indiciado não possui advogado constituído, sendo nomeado um  dativo durante a audiência de custódia. 

A fuga foi comunicada pela manhã desta segunda-feira, 05, à Polícia Civil de Assis.

A reportagem apurou que o acusado pelo homicídio era "preso faxina" na cadeia e os demais detentos não teriam conhecimento do que ele praticou em Assis. Um preso faxina é quem ganha a confiança e faz trabalhos como varrer os corredores, distribuir café e colocar as roupas para secar, por exemplo. No momento da fuga ele não estava executando essa função. 

Crime, descoberta do corpo e autoria

A vítima, Andréia Aparecida Dutra, foi encontrada morta no córrego do bairro Assis III, nua e com evidentes marcas de violência. O corpo foi descoberto no domingo, 24 de dezembro, por volta das 15h, por um morador que estava levando seu cavalo para beber água.

Na ocasião da prisão, em 27 de dezembro de 2023, o delegado ressaltou à reportagem que não há dúvidas sobre a autoria do crime. O indiciado, J.F.C., de 25 anos, e conhecido da vítima, foi preso na posse de um tênis All Star, cano longo, feminino, possivelmente pertencente à Andréia. O celular dele foi achado perto do corpo dela, o que facilitou à polícia desvendar a autoria, dentre outras provas consideradas consistentes. 

Andreia e seu algoz eram conhecidos e costumavam ser vistos juntos. O crime teria sido motivado por um dinheiro que ela havia recebido, referente a parcela da venda de um carro; algo em torno de R$ 500,00. 

 

 

Fonte: redação e fotos Abordagem




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