Egressas de Enfermagem da FEMA contam sobre os caminhos profissionais após a graduação
Relatos mostram como a formação impactou a carreira e os estudos.
Concluir a graduação em Enfermagem marca o fim de um ciclo intenso de estudos e o início de uma fase cheia de expectativas, inseguranças e decisões importantes. Porém, as trajetórias de três egressas da mesma turma do curso da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA) revelam como a formação acadêmica foi determinante para enfrentar os primeiros desafios do mercado de trabalho e dar continuidade à carreira profissional.

Para Maria Danielly de Freitas Pereira, a Enfermagem nunca foi apenas uma escolha racional. A identificação com a área da saúde e a necessidade de inserção no mercado a levaram inicialmente ao curso técnico, mas foi na graduação que ela confirmou que aquele era, de fato, o seu lugar profissional. A transição para o mercado aconteceu rapidamente: menos de um mês após a conclusão do curso, já conciliava duas atividades na área.
Esse início acelerado abriu caminho para novos objetivos. Maria Danielly foi recentemente aprovada em um programa de residência multiprofissional em Urgência e Emergência, área que sempre esteve entre suas metas.
Segundo ela, a base acadêmica construída ao longo da graduação foi essencial para alcançar essa conquista. “A prática conciliada à teoria, o estágio supervisionado e a participação em projetos científicos e de extensão foram determinantes para a minha formação profissional e para a construção da autonomia do enfermeiro”, afirma.

A trajetória de Natieli Miguel de Azevedo parte de outra motivação: a compreensão da Enfermagem como a arte do cuidar, com olhar atento às necessidades físicas, emocionais e humanas do paciente. Após a formatura, ela enfrentou o período de ansiedade comum a muitos recém-formados, especialmente diante das escolhas sobre onde e como iniciar a vida profissional.
Em vez de paralisar diante das incertezas, Natieli optou por investir em qualificação. Atualmente, cursa pós-graduação em Auditoria e Serviços de Saúde e em Enfermagem Obstétrica.
Para a egressa, as experiências vividas durante a graduação, especialmente nos estágios, foram fundamentais para adquirir segurança e maturidade profissional, refletindo diretamente na prática cotidiana. “Essas experiências ajudam a lidar com as situações do dia a dia e reforçam a importância de buscar sempre mais conhecimento”, destaca.

Já Silvia Helena da Cruz ingressou na graduação sem nem mesmo passar pelo ensino técnico, algo comum na área. A decisão de cursar Enfermagem surgiu a partir da convivência com uma colega de trabalho e da admiração pelo cuidado prestado aos pacientes.
Após a conclusão do curso, o maior desafio foi a inserção no mercado, especialmente em um contexto competitivo. Porém, hoje, Silvia atua na clínica cirúrgica da Santa Casa de Assis, setor que atende pacientes de cirurgias eletivas, avaliações cirúrgicas e algumas urgências.
Ela destaca que a formação recebida durante a graduação foi essencial para que se sentisse segura no início da atuação profissional. “A base teórica e, principalmente, as práticas me deram confiança. O apoio dos professores e a troca com colegas também foram fundamentais”, conta.
Os relatos das egressas evidenciam que a formação em Enfermagem vai além do domínio técnico. Ao longo do curso, a vivência acadêmica contribui para o desenvolvimento da autonomia, da responsabilidade e da capacidade de lidar com diferentes realidades do mercado de trabalho, elementos que se refletem diretamente na construção de trajetórias profissionais sólidas e conscientes.
Fonte: Assessoria de Comunicação Fema
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