NOTÍCIA

22/09/2022

MG: Sequestrador levou um tiro no rosto e sobreviveu

A bala atravessou o pescoço e saiu na escápula.


MG: Sequestrador levou um tiro no rosto e sobreviveu

Leandro Mendes Pereira, de 39 anos, que manteve duas pessoas reféns no bairro Parque São Pedro. região Norte de Belo Horizonte, foi atingido pelo tiro do sniper entre o olho e o nariz. A bala atravessou o pescoço e saiu na escápula. Como não atingiu nenhum órgão vital, ele não corre risco de morrer.

A informação, de uma fonte que falou com a reportagem com condição de anonimato, é que o sequestrador foi levado para o bloco cirúrgico do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. Ele levou um tiro de sniper após as negociações para liberação dos reféns não avançarem. Quando há a atuação de snipers, o padrão é que informações mais detalhadas não sejam divulgadas. 

Mais cedo, em coletiva de imprensa, a porta voz da Polícia Militar, a Major Layla Brunella, disse apenas que os policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) perceberam que ele tinha sinais vitais, o que foi confirmado pela equipe médica do Samu. A major, no entanto, não pôde dar mais informações sobre o tiro e o sequestrador. 

"Os policias do Bope perceberam sinais vitais e acionaram a equipe do Samu, que confirmou a informação e socorreu a vítima de imediato", disse a Major. Por medida de segurança, não foi informado em qual parte do corpo a vítima foi atingida pelo disparo. "O que sabemos é que o estado dele é muito grave, há um ferimento. Essa evolução depende agora do procedimento médico", explicou.

Leandro Melo, de 39 anos, foi atingido pelo tiro depois que recusou a continuar com as negociações para a liberdade do enteado e do jovem de 23 anos. Ele teria ficado irritado depois que teve acesso as mensagens no celular da ex-companheira. O homem não aceitava o término do relacionamento. Durante a manhã, ele chegou a ameaçar matar a criança. Ele teria dito isso ao negociador do Bope e também em mensagens de áudio enviadas a familiares. Em uma das mensagens, ele disse que só deixaria o local morto.

 

 

Fonte - O Tempo


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